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A DEMOCRACIA E O GOLPE. 

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Carnaval de 2024. 

O último capítulo do livro “Sexta-feira, 13 – os últimos dias do governo João Goulart”, o autor Abelardo Jurema, Ministro da Justiça de Goulart, dedicou ao que ele chamou de Diálogos. Reproduzo o trecho que define a democracia. 

Palavras do Ministro Jurema:

A Democracia que, na sua essência, vive da convivência dos contrários, jamais poderá subsistir no monólogo que a definhará até a morte. Sua consistência se apura no debate, na controvérsia, no entrechoque das teses e ideias. Qualquer outra modalidade que se lhe aplique, não apenas porá em curso o processo de distorção do seu conteúdo moral e político, como se alterará toda a sua significação através da história da humanidade. Toda a sua história é de lutas, de sangue, de sacrifícios, de suor e lágrimas. 

Por isso mesmo é que grandes vultos, na história de todos os povos, que surgiram para salvá-la, no delírio do Poder se perderam, e, ainda em seu nome, por algum tempo a exerceram, deformada e deturpada, até à queda fatal. Há monumentos, nas praças públicas, de reconhecimento pelo que representaram nas lutas libertárias, mas nunca pelo que praticaram do alto, pensando, sem dúvida, em servi-la”. 

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